É interligada à ilha de São Vicente por uma ponte, apesar de que nunca foiuma ilha, pois só enchia quando a maré subia, daí a razão da construção de uma ponte. Hoje a ilha é interligada à cidade por meio de uma via comum de duas mãos, tendo duas pistas cada uma (a avenida Ayrton Senna).
Deve o seu nome à família Porchat, a qual possuía lá diversas casas de veraneio e um cassino – o qual era frequentado por pessoas de alto padrão, vindas de toda a região. Após o declínio do cassino e do entretenimento que ele proporcionava, a ilha tornou-se mais de residências fixas – e também de espetáculos, com a posterior construção do Ilha Porchat Clube logo na sua entrada.
Era dotada de uma tropical vegetação, densa e inexpugnável. Devido à sua posição estratégica à entrada da Baía de São Vicente, constituía-se num ponto de referência, e marco geográfico que identificava a entrada da vila fundada pelo donatário Martim Afonso.
Muita coisa já foi escrita a seu respeito, existindo versões históricas de que, em época remota, foi adquirida por um colono português sem o dom da palavra, motivo pelo qual passou a chamar-se Ilha do Mudo. Depois do nome primitivo, teve a alcunha de Ilha das Cobras, isso em fins do século XVIII, quando foi vendida a Luiz Antônio de Souza. Logo após a primeira década do século XIX, passou às mãos de outro lusitano, que iniciou a criação de caprinos em suas encostas, levando os habitantes de São Vicente a chamá-la de Ilha das Cabras.
Em meados de 1800, foi negociada de um religioso para um dos membros da conceituada família Porchat, que lhe passou o sobrenome. Apesar de tornar-se propriedade do cidadão Manuel Augusto de Oliveira Alfaya, em
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